É sempre assim.
Eu sento aqui nesse canto pra ficar 5 minutos, ver emails, ver se descolo alguma conversa exótica no msn..Eu sempre procuro um entorpecente. Mesmo que este seja uma pessoa que possa fazer meu cigarro queimar inteiro no cinzeiro esperando uma tragada.
É o que dá a revolta por ser consciente. Vontade de fugir ou de explodir tudo, puxa isso é tão imaturo.
Ontem, tive dor no estômago. Chupei 3 Pepsamar no escritório até descobrir que minha azia era a garota que trabalha na estação atrás de mim. Acho que foi alguma coisa que ela tinha pensado ou dito que desceu errada aqui.
Depois que acabou o turno dela, fui ao toalete e senti fortes dores provocadas por flatulência e tomei um luftal. Sem mais dor no estômago, nem no intestino.
Eu não sabia que era tão útil carregar um antiflatulento na bolsa, principalmente em situações corporativas. Perguntei à outra colega de trabalho se ela também tinha esse hábito e ela disse que sim. Quer dizer que só eu não sabia?
Certo, meu próximo passo é carregar lencinhos umedecidos Vagisil para as emergências e uma calcinha limpa porque nunca se sabe. Mas, espere. De nada adianta eu querer transmitir o frescor de banho nas minhas partes íntimas se minha depilação da virilha não está em dia, não é?
Pensei nisso e abortei o Vagisil pocket como próximo item da minha necessaire de primeiros socorros.
Lembrei-me de quando eu tomava Ziban pra ajudar a parar de fumar. Aquela porcaria esburacava meu estômago, por isso eu não fumava. O que me tirou do vício mesmo por seis meses foram os rechaçados adesivos de nicotina.
Eu não consegui me livrar mesmo do hábito de comprar cigarros. Tinha um boteco na frente de meu antigo emprego onde eu parava toda manhã pra comprar meu cancêr pocket.
Visando minha mudança de hábito, passei a parar todos os dias na farmácia, ao lado do boteco e para simular ridiculamente a sensação táctil de ter um box 20 filtered cigarrets, eu comprava uma caixa com 500 grampos nro 5 da marca TEMOSO (eu sempre achei que o cara esqueceu o I na hora de registrar o nome fantasia da fábrica porque esse nome não faz o mínimo sentido).
Depois de acumular 20 caixas de grampos para o desespero de minha irmã, com quem eu divido meu banheiro, voltei a fumar.
Hoje eu carrego 2 maços na bolsa e tenho um no carro pras eventualidades (falta de cash na carteira) e na necessaire de emergência médica, incluí um drops de Halls preto, porque nunca se sabe.
Eu sento aqui nesse canto pra ficar 5 minutos, ver emails, ver se descolo alguma conversa exótica no msn..Eu sempre procuro um entorpecente. Mesmo que este seja uma pessoa que possa fazer meu cigarro queimar inteiro no cinzeiro esperando uma tragada.
É o que dá a revolta por ser consciente. Vontade de fugir ou de explodir tudo, puxa isso é tão imaturo.
Ontem, tive dor no estômago. Chupei 3 Pepsamar no escritório até descobrir que minha azia era a garota que trabalha na estação atrás de mim. Acho que foi alguma coisa que ela tinha pensado ou dito que desceu errada aqui.
Depois que acabou o turno dela, fui ao toalete e senti fortes dores provocadas por flatulência e tomei um luftal. Sem mais dor no estômago, nem no intestino.
Eu não sabia que era tão útil carregar um antiflatulento na bolsa, principalmente em situações corporativas. Perguntei à outra colega de trabalho se ela também tinha esse hábito e ela disse que sim. Quer dizer que só eu não sabia?
Certo, meu próximo passo é carregar lencinhos umedecidos Vagisil para as emergências e uma calcinha limpa porque nunca se sabe. Mas, espere. De nada adianta eu querer transmitir o frescor de banho nas minhas partes íntimas se minha depilação da virilha não está em dia, não é?
Pensei nisso e abortei o Vagisil pocket como próximo item da minha necessaire de primeiros socorros.
Lembrei-me de quando eu tomava Ziban pra ajudar a parar de fumar. Aquela porcaria esburacava meu estômago, por isso eu não fumava. O que me tirou do vício mesmo por seis meses foram os rechaçados adesivos de nicotina.
Eu não consegui me livrar mesmo do hábito de comprar cigarros. Tinha um boteco na frente de meu antigo emprego onde eu parava toda manhã pra comprar meu cancêr pocket.
Visando minha mudança de hábito, passei a parar todos os dias na farmácia, ao lado do boteco e para simular ridiculamente a sensação táctil de ter um box 20 filtered cigarrets, eu comprava uma caixa com 500 grampos nro 5 da marca TEMOSO (eu sempre achei que o cara esqueceu o I na hora de registrar o nome fantasia da fábrica porque esse nome não faz o mínimo sentido).
Depois de acumular 20 caixas de grampos para o desespero de minha irmã, com quem eu divido meu banheiro, voltei a fumar.
Hoje eu carrego 2 maços na bolsa e tenho um no carro pras eventualidades (falta de cash na carteira) e na necessaire de emergência médica, incluí um drops de Halls preto, porque nunca se sabe.
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